<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5682370109437717064</id><updated>2011-07-30T09:19:52.343-07:00</updated><title type='text'>Autismo um caminho de esperança</title><subtitle type='html'>"Para Guilherme,meu filho,que tantas vezes me fez chorar -algumas de tristreza,outras de alegria e outras pela pura emoção de conhecer e poder aventurar-me por um mundo que era assustador a princípio,mas que se mostrou fascinante quando explorado."


                       Por:Ana Maria S Ros de Mello 
                       Guia Pràtico 6ºEdiçâo - Autismo</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Autista um caminho de esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07050678656946241844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>20</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5682370109437717064.post-4823647510944443128</id><published>2009-11-05T15:11:00.000-08:00</published><updated>2009-12-03T15:20:37.606-08:00</updated><title type='text'>Reportagem</title><content type='html'>&lt;strong&gt;HC testa terapia com cães para tratar crianças autistas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo - em parceria com a ONG Inataa (Instituto de Ações e Terapia Assistidas por Cães) -, está conduzindo um projeto pioneiro no Brasil de terapia experimental para o tratamento de 300 crianças e adolescentes autistas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O psiquiatra Estevão Vadasz, coordenador do Projeto de Autismo do Instituto, diz que os benefícios dessa técnica estão sendo testados aqui porque seu sucesso já foi comprovado nos Estados Unidos e no Canadá. Esses estudos foram iniciados em novembro e, segundo Vadasz, os resultados são bastante animadores porque alguns pacientes já têm alcançado grandes avanços. Ele diz que, "assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas também terão um animal treinado para lhes fazer companhia". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No Brasil, cerca de 1 milhão de pessoas sofrem dos distúrbios provocados pelo autismo, transtorno que acarreta dificuldades de socialização, comunicação e linguagem, além de comportamentos repetitivos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;03/04/2009 10:29&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;referencia:&lt;br /&gt;site:&lt;a href="http://tvterraviva.band.com.br/conteudo.asp?ID=134443"&gt;http://tvterraviva.band.com.br/conteudo.asp?ID=134443&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;no dia 05/11/2009 as 21:15h.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5682370109437717064-4823647510944443128?l=caminhodeesperana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/feeds/4823647510944443128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/11/reportagem.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/4823647510944443128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/4823647510944443128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/11/reportagem.html' title='Reportagem'/><author><name>Autista um caminho de esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07050678656946241844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5682370109437717064.post-8664597605183937667</id><published>2009-04-17T06:00:00.000-07:00</published><updated>2009-04-17T06:13:11.741-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_q9hSUhjnC5M/Seh-2bb2DEI/AAAAAAAAAFA/YNi5DovKgDo/s1600-h/ciencia1.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;Gênios e autistas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325647253140458818" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 219px; CURSOR: hand; HEIGHT: 280px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_q9hSUhjnC5M/Seh_9dJ4zUI/AAAAAAAAAFI/PKmmopsdjIo/s320/ciencia1.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Einstein: sete ternos idênticos e voz monótona&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Segundo pesquisadores ingleses,&lt;br /&gt;Einstein e Newton sofriam de&lt;br /&gt;uma síndrome cerebral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Paula Neiva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Einstein: sete ternos idênticos e voz monótona&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O &lt;/strong&gt;alemão Albert Einstein e o inglês Isaac Newton, dois dos maiores gênios da história da humanidade, provavelmente eram autistas. É o que diz um artigo publicado no Journal of the Royal Society of Medicine, uma das mais prestigiosas revistas científicas da Inglaterra. A hipótese foi formulada por Ioan James, pesquisador da Universidade de Oxford, e validada pelo psiquiatra Simon Baron-Cohen, diretor do Centro de Pesquisa em Autismo da Universidade de Cambridge.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com esses especialistas, que esmiuçaram as biografias de Einstein e Newton, ambos encaixavam-se no perfil de quem apresenta um tipo de autismo que acomete principalmente pessoas com inteligência acima da média – a síndrome de Asperger, uma doença que passou a ser estudada com maior profundidade a partir da década de 80. Seus portadores não vivem completamente desconectados da realidade, como ocorre no autismo clássico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os principais sintomas da síndrome são obsessão por um assunto, reações desmedidas de amor e ódio, dificuldade para interpretar sinais não-verbais, como gestos e olhares, voz monocórdia, rotina repetitiva e uma grande tendência ao isolamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Newton, que começou a desvendar a lei da gravidade aos 23 anos, era um sujeito distante, de poucas palavras, e freqüentemente tinha acessos de mau humor. Desde a infância, quando se apaixonava por um tema, ele o fazia com tanta intensidade que se impunha longos períodos de solidão para estudá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessas ocasiões, esquecia até de comer. Os pesquisadores ingleses reconheceram em Newton outros sinais da síndrome de Asperger. Entre eles, o desleixo com a aparência e a mania de reescrever até vinte vezes os seus estudos, sem fazer quase nenhuma alteração de uma cópia para outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso de Einstein, que formulou a teoria da relatividade aos 26 anos, os sintomas também seriam típicos. Quando criança, ele costumava repetir a mesma frase durante horas e estava sempre sozinho. Mais tarde, na Universidade de Princeton, adotou uma rotina curiosa. Fizesse chuva ou sol, todos os dias, ele e seu único amigo (um matemático neurótico chamado Kurt Göbel) saíam para passear depois de se telefonarem pontualmente às 11 horas. Einstein também tinha uma maneira peculiar de vestir-se. Em seu guarda-roupa, ele mantinha sete ternos. Todos idênticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até sua profunda paixão por música erudita, dizem os pesquisadores, poderia ter relação com a síndrome. "A música é uma forma de ficar independente dos outros", costumava dizer Einstein. Com uma vozinha monótona, como é próprio dos portadores da tal síndrome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A hipótese de ele e Newton sofrerem da doença não diminui em nada a genialidade de ambos. Afinal de contas, como afirmou o próprio doutor Hans Asperger, um pediatra austríaco, "ao que tudo indica, para ter sucesso na ciência ou na arte, um pouco de autismo é essencial".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte da pesquisa:&lt;br /&gt;http://veja.abril.com.br/140503/p_062.html&lt;br /&gt;Edição 1 802 - 14 de maio de 2003&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5682370109437717064-8664597605183937667?l=caminhodeesperana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/feeds/8664597605183937667/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/04/genios-e-autistas-segundo-pesquisadores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/8664597605183937667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/8664597605183937667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/04/genios-e-autistas-segundo-pesquisadores.html' title=''/><author><name>Autista um caminho de esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07050678656946241844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_q9hSUhjnC5M/Seh_9dJ4zUI/AAAAAAAAAFI/PKmmopsdjIo/s72-c/ciencia1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5682370109437717064.post-3226189652545836384</id><published>2009-04-06T04:35:00.001-07:00</published><updated>2009-04-17T05:58:26.903-07:00</updated><title type='text'>Um mundo paralelo</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_q9hSUhjnC5M/Seh83qP8CtI/AAAAAAAAAE4/8KGDf6YQvyQ/s1600-h/autismo+2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 178px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_q9hSUhjnC5M/Seh83qP8CtI/AAAAAAAAAE4/8KGDf6YQvyQ/s320/autismo+2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325643855041399506" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para entender o autismo, nossa equipe acompanhou a rotina do Dudi, que mora em São Paulo.&lt;br /&gt;Aos 15 anos, Eduardo, mais conhecido como Dudi, tem fascínio por cinema. Godzilla está entre os filmes preferidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Um monstro gigante com uns dotes de tiranossauro, que nasceu a partir de testes nucleares”, diz Eduardo Ho, estudante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dificuldade para falar e a forma incomum de Dudi agir chamaram a atenção dos pais quando ele tinha dois anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ele não se interessava muito por brincar com outras crianças, mesmo com a família, foi aí que a gente percebeu que algo de diferente ele tinha”, diz Helena Ho, mãe de Eduardo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só aos quatro anos veio o diagnóstico. Autismo - um distúrbio do desenvolvimento que afeta a comunicação, a interação social e o raciocínio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É um conjunto de sintomas que são bem característicos, que a gente vê bem precocemente, sempre antes dos três anos de idade. Pode ser em intensidade maior ou menor, mas as qualidades de alterações estão sempre presentes”, diz Raymond Rosenberg, psiquiatra infantil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dudi é o que os médicos chamam de "autista de alto funcionamento" - com pouco comprometimento mental. Um caso complicado de identificar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É difícil porque não existe um teste específico que você possa aplicar na criança que te dê um resultado positivo ou negativo da síndrome. Todo o diagnóstico ele é feito observando-se o comportamento da criança”, diz Helena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde pequeno, Dudi está na escola regular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quando ele era menor, a gente tinha muitas vezes que chamar a atenção dele, pra que ele prestasse atenção, porque rapidinho ele dava uma desviada, pra desenho, pra alguma coisa”, diz Adriana Saporito, professora de inglês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, ele está entre os melhores alunos de inglês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Essas crianças aprendem um bocado, porque elas têm uma memória fenomenal, impressionante, então eles captam. O problema é como é que eles vão poder organizar esse conhecimento”, diz Raymond.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Línguas ele sabe muito. Sabe muitas, ele tem muita facilidade. Agora você vai explicar pra ele matemática, alguma coisa, aí ele começa, ele fica bravo, aí ele, não, não é assim, daí começa a ficar bravo, a gente fala, calma Dudi, calma”, diz Tamara dos Santos, colega de Eduardo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em casa, Dudi faz o que mais gosta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É bem fácil de desenhar”, diz Dudi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A evolução no desenvolvimento de Dudi é resultado do diagnóstico precoce e do trabalho conjunto entre a família, a escola e a instituição especializada que freqüentou na infância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“À medida que a criança começa a perceber que ela pode produzir, ela vai aumentando o seu repertório e à medida que ela aumenta o seu repertório, ela tenta, ela está a caminho de se normalizar”, diz o psiquiatra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O principal eu acho que é a família aceitar que ele é diferente, mas que ele pode ser feliz sendo diferente que ele não precisa ser igual aos outros pra ter uma vida produtiva, pra ter uma vida saudável”, diz Helena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No papel, as linhas traçam a carreira que Dudi quer seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://acao.globo.com/Acao/0,23167,GTS0-3776-301541,00.html"&gt;http://acao.globo.com/Acao/0,23167,GTS0-3776-301541,00.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5682370109437717064-3226189652545836384?l=caminhodeesperana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/feeds/3226189652545836384/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/04/um-mundo-paralelo-imagine-uma-crianca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/3226189652545836384'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/3226189652545836384'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/04/um-mundo-paralelo-imagine-uma-crianca.html' title='Um mundo paralelo'/><author><name>Autista um caminho de esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07050678656946241844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_q9hSUhjnC5M/Seh83qP8CtI/AAAAAAAAAE4/8KGDf6YQvyQ/s72-c/autismo+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5682370109437717064.post-5274881920980663063</id><published>2009-04-06T04:29:00.000-07:00</published><updated>2009-04-06T04:32:20.119-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'> &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Enigma para a medicina&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5321539492946295010" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 270px; CURSOR: hand; HEIGHT: 169px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_q9hSUhjnC5M/Sdnn-V9GuOI/AAAAAAAAADs/u2s9EnHNweE/s320/leandro+3.jpg" border="0" /&gt; &lt;div&gt;&lt;/a&gt;A medicina ainda não descobriu a causa do autismo. Pesquisas internacionais estimam que pode existir um caso em cada 151 pessoas. No estúdio do Ação, o psiquiatra infantil Estevão Vadasz, coordenador do projeto Autismo, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas e também a pedagoga Joana Amália Pinho, que trabalha com autistas há 16 anos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://acao.globo.com/Acao/0,23167,GTS0-3776-301540,00.html"&gt;http://acao.globo.com/Acao/0,23167,GTS0-3776-301540,00.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5682370109437717064-5274881920980663063?l=caminhodeesperana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/feeds/5274881920980663063/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/04/enigma-para-medicina-medicina-ainda-nao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/5274881920980663063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/5274881920980663063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/04/enigma-para-medicina-medicina-ainda-nao.html' title=''/><author><name>Autista um caminho de esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07050678656946241844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_q9hSUhjnC5M/Sdnn-V9GuOI/AAAAAAAAADs/u2s9EnHNweE/s72-c/leandro+3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5682370109437717064.post-8119973223735203047</id><published>2009-04-06T04:20:00.000-07:00</published><updated>2009-04-06T04:28:45.137-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Zelo pela Educação&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5321537518046149410" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 270px; CURSOR: hand; HEIGHT: 169px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_q9hSUhjnC5M/SdnmLY4N-yI/AAAAAAAAADk/xL410GmnV3I/s320/leandro+2.jpg" border="0" /&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;A Joana é diretora pedagógica de outra importante instituição especializada em autismo. Na Baixada Santista, litoral de São Paulo, a participação das mães de autistas é intensa e começou pela criação da entidade. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A casa doada por holandeses, em Santos, é sede da Associação de Pais, Amigos e Educadores de Autistas.&lt;br /&gt;Quarenta e cinco alunos freqüentam diariamente as salas de aula.&lt;br /&gt;“Nós temos uma fila de espera muito grande, porque é a única entidade na Baixada Santista que atende especificamente autistas. Crianças, jovens e adultos autistas”, diz Teresa Mejias, presidente da Apaea. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A instituição foi fundada 20 anos atrás, por mães de autistas que não tinham onde educar os filhos. Até hoje, elas se reúnem uma vez por semana - para compartilhar experiências.&lt;br /&gt;“Quando ele entrou aqui, ele usava fralda, parou de usar fralda, ele já não é tão dependente de mim como ele era. Já está usando verbo, já tá usando sujeito porque ele usava tudo na terceira pessoa. Marcelo quer dormir! Eu quero dormir! Agora, pra mim, isso foi um sucesso”, diz Teresa.&lt;br /&gt;“A princípio, a gente tenta fortalecê-los, enquanto sujeitos da sua história, pra que eles também possam se sentir fortalecidos no cuidado com os filhos”, diz Lilian Fontes, assistente social. Amélia não fala e apresenta uma série de outros comprometimentos. O autismo dela só foi diagnosticado aos sete anos.&lt;br /&gt;“A criação da Amélia foi muito difícil, porque ela tem 39 anos, e se agora o conhecimento sobre autismo é muito incipiente, naquela época, há 39 anos atrás, nem sabia o que era isso”, diz Alzira Ventura, mãe de Amélia. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Na hora do lanche, os alunos têm lições de independência.&lt;br /&gt;“Lavar a louça, secar a louça”, diz Derik Santos, 10 anos.&lt;br /&gt;Desde que entrou aqui, há pouco mais de um ano , o desenvolvimento de Laura deu um salto.&lt;br /&gt;Eu gosto de brincar de jogos, eu gosto de brincar de surpresa, eu gosto de brincar no parque”, diz Laura Oliveira, 5 anos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;“Não sei daqui em diante como vai ser, porque a gente não sabe até onde vai o desenvolvimento dela. Porque o autista, ele é uma caixinha de surpresas, você não sabe se ele vai conseguir chegar numa faculdade ou se ele vai conseguir escrever o nome. Ninguém pode prever!”, diz Marisa Neves, mãe de Laura. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;“É associação, entre, associação a palavra, a figura, e eles têm condições realmente de formar, eles reconhecem as letras e formam as palavras”, diz Denise de Jesus, pedagoga. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;“Eu gostaria muito que nós tivéssemos mais espaço, unidade dois, unidade três, unidade quatro. Inclusive uma vontade que nós temos muito grande, é que tenha a casa do autista, porque quando os pais morrerem, essas crianças vão ficar com quem? Ninguém da família aceita um autista. Ninguém quer ficar com um autista”, diz Teresa. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://acao.globo.com/Acao/0,23167,GTS0-3776-301542,00.html"&gt;http://acao.globo.com/Acao/0,23167,GTS0-3776-301542,00.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5682370109437717064-8119973223735203047?l=caminhodeesperana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/feeds/8119973223735203047/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/04/zelo-pela-educacao-joana-e-diretora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/8119973223735203047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/8119973223735203047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/04/zelo-pela-educacao-joana-e-diretora.html' title=''/><author><name>Autista um caminho de esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07050678656946241844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_q9hSUhjnC5M/SdnmLY4N-yI/AAAAAAAAADk/xL410GmnV3I/s72-c/leandro+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5682370109437717064.post-6685836478786817521</id><published>2009-04-06T04:00:00.000-07:00</published><updated>2009-04-06T04:17:09.694-07:00</updated><title type='text'>Noticia Internacional</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;"&gt;EUA: jovem autista se destaca em jogo de basquete&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nick Touma jogou alguns minutos, tempo suficiente para acertar um arremesso de longe e emocionar a mãe dele, que registriou o momento.&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5321532961564527666" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_q9hSUhjnC5M/SdniCKqWDDI/AAAAAAAAADc/E0hsbfT3thg/s320/leandro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;U&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;ma história que parece um sonho de criança. O menino chamado Nick foi reprovado no teste para o time de basquete da escola. Não é um craque. Mas os colegas tiveram a ideia de convidá-lo para jogar só o primeiro minutinho de uma partida. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ele aceitou o convite, entrou em quadra e tentou a cesta, mas errou. Acontece que o time dele conseguiu abrir uma vantagem grande sobre o adversário. Aí, Nick Touma ganhou a chance de jogar mais um pouquinho e fez bonito para a emoção da mãe dele. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Lembra até a história de sonho de outro americaninho, em 2006. Jason acertou seis arremessos de três pontos em sequência e fez o time ganhar o jogo de virada em quatro minutos. Foi recebido até pelo presidente naquela época. Além dos arremessos precisos de longe, o que Jason tem em comum com Nick é o fato de ambos serem autistas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O autismo é uma alteração cerebral que afeta a capacidade de comunicação e de relacionamento com a família e com os amigos, mas são muitos os mistérios do cérebro humano e os do coração também. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;19/03/09 - 22h27 - Atualizado em 19/03/09 - 22h27 http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1050765-10406,00-EUA+JOVEM+AUTISTA+SE+DESTACA+EM+JOGO+DE+BASQUETE.html &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5682370109437717064-6685836478786817521?l=caminhodeesperana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/feeds/6685836478786817521/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/04/noticia-internacional.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/6685836478786817521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/6685836478786817521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/04/noticia-internacional.html' title='Noticia Internacional'/><author><name>Autista um caminho de esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07050678656946241844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_q9hSUhjnC5M/SdniCKqWDDI/AAAAAAAAADc/E0hsbfT3thg/s72-c/leandro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5682370109437717064.post-3208800960993512144</id><published>2009-04-02T07:00:00.000-07:00</published><updated>2009-04-02T07:28:56.156-07:00</updated><title type='text'>Recomendações de filmes sobre Autismo</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Esses são alguns filmes que tratam sobre o autismo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_q9hSUhjnC5M/SdTHrxPYF5I/AAAAAAAAADE/36NL2WW1enE/s1600-h/fotocapa.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 111px; height: 165px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_q9hSUhjnC5M/SdTHrxPYF5I/AAAAAAAAADE/36NL2WW1enE/s320/fotocapa.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320096614597531538" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Código para o inferno (Mercury Rising)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Sinopse&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando uma operação não tem o resultado esperado Arthur Jeffries (Bruce Willis), um agente do F.B.I., se torna bode expiatório e é relegado o segundo plano, sendo usado só em operações de rotina. Mas sua vida tem uma radical mudança quando Simon Lynch (Miko Hughes), um menino de nove anos autista, sem o menor esforço desvenda um "indecifrável" código do governo americano que tinha custado dois bilhões de dólares. Assim, o responsável pelo projeto ordena que este contratempo em forma de criança seja eliminado, mas o agente encarregado da missão mata os pais do garoto (e simula que o marido matou a mulher e se suicidou), mas a criança não é encontrada. Jeffries descobre Simon em um esconderijo e não aceita a versão do "suicídio". Fica claro que querem o garoto morto, ele não sabe quem e nem o motivo, mas decidiu protegê-lo e sozinho, pois não sabe em quem confiar. Outras pessoas são mortas e, se não agir rápido, Simon poderá ser a próxima vítima do chefe de uma agência que está determinado a fazer qualquer coisa para manter seu poder e prestígio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.interfilmes.com/filme_12921_Codigo.para.o.Inferno-(Mercury.Rising).html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Rain man&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_q9hSUhjnC5M/SdTJnc59HoI/AAAAAAAAADM/zrRDMWpbupU/s1600-h/rain-man-poster01t.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 105px; height: 165px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_q9hSUhjnC5M/SdTJnc59HoI/AAAAAAAAADM/zrRDMWpbupU/s320/rain-man-poster01t.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320098739442753154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Esses são alguns filmes que tratam sobre o autismo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SINOPSI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Um jovem viaja a asilo a fim de aproximar-se do irmão autista, que não vê desde pequeno, e herdar toda a fortuna paterna sozinho. Em sua viagem de volta, os dois redescobrem antigos sentimentos e passam a viver juntos e sem ressentimentos. Dirigido por Barry Levinson (Mera Coincidência) e com Dustin Hoffman, Tom Cruise e Valeria Golino no elenco. Vencedor de 4 Oscars.&lt;br /&gt;                                                  http://www.adorocinema.com.br/filmes/rain-man/rain-man.asp&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VEJA O TRAILER DO FILME!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KKC3W0awjm0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/KKC3W0awjm0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5682370109437717064-3208800960993512144?l=caminhodeesperana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/feeds/3208800960993512144/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/04/recomendacoes-de-filmes-sobre-autismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/3208800960993512144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/3208800960993512144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/04/recomendacoes-de-filmes-sobre-autismo.html' title='Recomendações de filmes sobre Autismo'/><author><name>Autista um caminho de esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07050678656946241844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_q9hSUhjnC5M/SdTHrxPYF5I/AAAAAAAAADE/36NL2WW1enE/s72-c/fotocapa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5682370109437717064.post-6967634143069315795</id><published>2009-03-30T06:47:00.000-07:00</published><updated>2009-04-06T03:57:39.886-07:00</updated><title type='text'>Superando dificuldades</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Uma das principais instituições brasileiras que atendem esse distúrbio fica em São Paulo. A AMA - Associação de Amigos do Autista.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5318987252499348962" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 270px; CURSOR: hand; HEIGHT: 169px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_q9hSUhjnC5M/SdDWuZYN_eI/AAAAAAAAACc/YoR0iVCyR98/s320/autista.jpg" border="0" /&gt; &lt;span style="font-size:180%;"&gt;E&lt;/span&gt;xiste há 26 anos e trabalha pela inclusão social dos pacientes.&lt;br /&gt;Caminhada para manter a forma e a saúde. Atividade diária no sítio Nova Esperança da AMA, Associação de Amigos do Autista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sítio tem três residências onde moram 20 pessoas. Elas têm a chance de desenvolver a autonomia. Débora recolhe a roupa para levar à lavanderia. Em outra casa, Rafael pega uma placa que diz o que ele tem pra fazer: arrumar a cama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o dia, cerca de 50 portadores de autismo realizam outras atividades gratuitas no sítio Nova Esperança. Numa sala, artesanato. Cada um tem a indicação do que deve fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O autista precisa de uma estrutura para ele se situar. No verbal, são muitas informações para a cabeça dele. Esse painel permite que través da visualização, ele possa situar as próximas atividades dele”, diz Rafael Vinícius Cozzuol, instrutor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprender a brincar também faz parte da terapia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As crianças com autismo não passam pelas fases de desenvolvimento das crianças normais, elas pulam essa etapa. Eu vejo que estão se desenvolvendo melhor, conseguindo habilidades novas também, aprendendo habilidades novas e conseguindo interagir que é um dos objetivos do projeto”, diz Fernanda Furusawa, terapeuta ocupacional.&lt;br /&gt;Igor brinca aqui há um ano. A mãe acompanha o tratamento.&lt;br /&gt;“Ele ficou mais responsável porque antes ele não era. Ele chegavae e largava tudo, jogava as coisas num canto. Hoje em dia, ele chega e coloca as coisas dele no lugar que tem que por e ele também quer fazer as coisas dele sozinho”, diz Inês Elias Ribeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desenvolvimento máximo da autonomia é o objetivo do trabalho da associação. Alguns portadores de autismo são alfabetizados. Têm atividades que estimulam a criatividade.&lt;br /&gt;“Eles podem trabalhar normalmente num restaurante, talvez numa lanchonete, fazer normalmente serviços repetitivos que não vão exigir muito da decisão própria de cada um. Então, quando o serviço não exigir que ele tome decisões, ele pode ser melhor trabalhador do que uma pessoa normal”, diz Marli Bonamini Marques, coordenadora geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na outra unidade da AMA, também em São Paulo, são atendidas mais 50 crianças. Desde cedo, elas aprendem a usar o computador. Fisioterapia e exercícios desenvolvem a coordenação motora e o equilíbrio.&lt;br /&gt;Algumas crianças freqüentam o ensino regular. Aqui recebem um reforço nas lições.&lt;br /&gt;Paciência e dedicação desde cedo geram progressos no desenvolvimento. Lucas reconhece porque aprende melhor com as professoras.&lt;br /&gt;“Porque elas gostam de mim”, diz Lucas de Oliveira Guimarães Ohara, 10 anos.&lt;br /&gt;“Eu acho que o mais importante e o que a gente espera é que seja uma inclusão completa, uma inclusão educacional e social também. Que eles vão para a escola e que eles consigam brincar com os amigos, aprender, que eles façam as mesmas provas que as outras crianças e que eles consigam superar as dificuldades deles”, diz Luciane Marques Lopes, coordenadora pedagógica e professora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://acao.globo.com/Acao/0,23167,GTS0-3776-301543,00.html"&gt;http://acao.globo.com/Acao/0,23167,GTS0-3776-301543,00.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5682370109437717064-6967634143069315795?l=caminhodeesperana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/feeds/6967634143069315795/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/superando-dificuldades.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/6967634143069315795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/6967634143069315795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/superando-dificuldades.html' title='Superando dificuldades'/><author><name>Autista um caminho de esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07050678656946241844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_q9hSUhjnC5M/SdDWuZYN_eI/AAAAAAAAACc/YoR0iVCyR98/s72-c/autista.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5682370109437717064.post-5627293679912229011</id><published>2009-03-30T06:27:00.000-07:00</published><updated>2009-03-30T06:42:28.645-07:00</updated><title type='text'>A turma da monica também nos ajuda a conher o Autismo!!</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Filmes e gibi da Turma da Mônica&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;a title="Gibi" href="http://www.ama.org.br/preview/turmadamonicagibi01.htm"&gt;Gibi&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/preview/turmadamonica01.htm"&gt;Filme 1 - "Quero que você conheça o André"&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/preview/turmadamonica02.htm"&gt;Filme 2 - "Oi, galoto"&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/preview/turmadamonica03.htm"&gt;Filme 3 - "Dentuça, golducha"&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/preview/turmadamonica04.htm"&gt;Filme 4 - "Pelgunta plo Andlé"&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Filme 5" href="http://www.ama.org.br/preview/turmadamonica05.htm"&gt;Filme 5 - "Querem brincar de Siga o Mestre?"&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Filme 6 -" href="http://www.ama.org.br/preview/turmadamonica06.htm"&gt;Filme 6 - "Quaaase normal"&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_turm.php"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_turm.php&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5682370109437717064-5627293679912229011?l=caminhodeesperana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/feeds/5627293679912229011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/turma-da-monica-tambem-nos-ajuda-conher.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/5627293679912229011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/5627293679912229011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/turma-da-monica-tambem-nos-ajuda-conher.html' title='A turma da monica também nos ajuda a conher o Autismo!!'/><author><name>Autista um caminho de esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07050678656946241844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5682370109437717064.post-8471651127057663984</id><published>2009-03-20T07:44:00.000-07:00</published><updated>2009-03-30T05:54:06.340-07:00</updated><title type='text'>Conhecendo o autismo</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;O&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; termo “autismo” origina-se do termo grego autos, que significa “de si mesmo”. Foi empregado pela primeira vez pelo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eugen_Bleuler"&gt;Psiquiatra Suíço Bleuler&lt;/a&gt;,em 1911,para descrever a fuga da realidade e o retraimento para o mundo interior dos pacientes adultos acometidos de&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Esquizofrenia"&gt; esquizofrenia&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Autismo é um distúrbio do desenvolvimento humano que vem sendo estudado pela ciência há seis décadas, mas sobre o qual ainda permanecem, dentro do próprio âmbito da ciência, divergências e grandes questões por responder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há 20 anos, quando surgiu a primeira associação para o Autismo no país, o Autismo era conhecido por um grupo muito pequeno de pessoas, entre elas poucos médicos, alguns profissionais da área de saúde e alguns pais que haviam sido surpreendidos com o diagnóstico de Autismo para seus filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, embora o Autismo seja bem mais conhecido, tendo inclusive sido tema de vários filmes de sucesso, ele ainda surpreende pela diversidade de características que pode apresentar e pelo fato de, na maioria das vezes, a criança autista ter uma aparência totalmente normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Autismo é uma síndrome definida por alterações presentes desde idades muito precoces, tipicamente antes dos três anos de idade, e que se caracteriza sempre por desvios qualitativos na comunicação, na interação social e no usa da imaginação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É comum pais relatarem que a criança passou por um período de normalidade anteriormente à manifestação dos sintomas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando as crianças com autismo crescem, desenvolvem sua habilidade social em extensão variada. Alguns permanecem indiferentes, não entendendo muito bem o que se passa na vida social. Elas se comportam como se as outras pessoas não existissem, olham através de você como se você não estivesse lá e não reagem a alguém que fale com elas ou as chame pelo nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Freqüentemente suas faces mostram muito pouco de suas emoções, exceto se estiverem muito bravas ou agitadas. São indiferentes ou têm medo de seus colegas e usam as pessoas como utensílios para obter alguma coisa que queiram.&lt;br /&gt;Pessoas com esse distúrbio possuem dificuldades qualitativas na comunicação, interação social, e a imaginação (a chamada tríade), e consequentemente apresentam problemas comportamentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes o simples fato de querer ir ao banheiro e não conseguir comunicar a ninguém pode ocasionar problemas como auto-agressão ou agressão aos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info.php"&gt;http://www.ama.org.br/html/info.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIVRO: Autismo infantil – o que é e como tratar&lt;br /&gt;Pierre Ferrari&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5682370109437717064-8471651127057663984?l=caminhodeesperana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/feeds/8471651127057663984/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/conhecendo-o-autismo_20.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/8471651127057663984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/8471651127057663984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/conhecendo-o-autismo_20.html' title='Conhecendo o autismo'/><author><name>Autista um caminho de esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07050678656946241844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5682370109437717064.post-6130910432401972351</id><published>2009-03-20T07:35:00.000-07:00</published><updated>2009-03-30T06:01:22.526-07:00</updated><title type='text'>Conceito</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/0bQ7MJ9TbvI&amp;amp;hl=" width="425" height="344" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" fs="1"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lorna_Wing"&gt;Lorna Wing &lt;/a&gt;definiu o autismo como uma síndrome que apresenta comprometimentos em três importantes domínios do desenvolvimento humano: &lt;strong&gt;a&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;comunicação&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;a sociabilização&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;e a&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;imaginação&lt;/strong&gt;. A isto, ela deu o nome de tríade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desvios qualitativos da comunicação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;C&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;aracterizada pela dificuldade em utilizar com sentido todos os aspectos da comunicação verbal e não verbal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto inclui gestos, expressões faciais, linguagem corporal, ritmo e modulação na linguagem verbal.&lt;br /&gt;Portanto, dentro da grande variação possível na severidade do autismo, poderemos encontrar uma criança sem linguagem verbal e com dificuldades na comunicação por qualquer outra via - isto inclui ausência de uso de gestos ou um uso muito precário dos mesmos; ausência de expressão facial ou expressão facial incompreensível para os outros e assim por diante - como podemos igualmente encontrar crianças que apresentam linguagem verbal, porém esta é repetitiva e não comunicativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas das crianças que apresentam linguagem verbal repetem simplesmente o que lhes foi dito. Este fenômeno é conhecido com ecolalia imediata. Outras crianças repetem frases ouvidas há horas, ou até mesmo dias antes &lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_conc.php"&gt;(ecolalia tardia&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É comum que crianças com autismo e inteligência normal repitam frases ouvidas anteriormente e de forma perfeitamente adequada ao contexto, embora, geralmente nestes casos, o tom de voz soe estranho e pedante.&lt;br /&gt;Desvios qualitativos na sociabilização&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o ponto crucial no autismo e o mais fácil de gerar falsas interpretações. Significa a dificuldade em relacionar-se com os outros, a incapacidade de compartilhar sentimentos, gostos e emoções e a dificuldade na discriminação entre diferentes pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes a criança que tem autismo aparenta ser muito afetiva, por aproximar-se das pessoas abraçando-as e mexendo, por exemplo, em seu cabelo ou mesmo beijando-as quando na verdade ela adota indiscriminadamente esta postura, sem diferenciar pessoas, lugares ou momentos. Esta aproximação usualmente segue um padrão repetitivo e não contém nenhum tipo de troca ou compartilhamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A dificuldade de sociabilização&lt;/strong&gt;,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;que faz com que a pessoa que tem autismo tenha uma pobre consciência da outra pessoa, é responsável, em muitos casos, pela falta ou diminuição da capacidade de imitar, que é uns dos pré-requisitos cruciais para o aprendizado, e também pela dificuldade de se colocar no lugar de outro e de compreender os fatos a partir da perspectiva do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisas mostraram que mesmo nos primeiros dias de vida um bebê típico prefere olhar para rostos do que para objetos. Através das informações obtidas pela observação do rosto dos pais, o bebê aprende e encontra motivação para aprender. Já o bebê com autismo dirige sua atenção indistintamente para pessoas e para objetos, e sua falha em perceber pessoas faz com que perca oportunidades de aprendizado, refletindo em um atraso do desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desvios qualitativos na imaginação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caracteriza-se por rigidez e inflexibilidade e se estende às várias áreas do pensamento, linguagem e comportamento da pessoa. Isto pode ser exemplificado por comportamentos obsessivos e ritualísticos, compreensão literal da linguagem, falta de aceitação das mudanças e dificuldades em processos criativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta dificuldade pode ser percebida por uma forma de brincar desprovida de criatividade e pela exploração peculiar de objetos e brinquedos. Uma criança que tem autismo pode passar horas a fio explorando a textura de um brinquedo. Em crianças que têm autismo e têm inteligência preservada, pode-se perceber a fixação em determinados assuntos, na maioria dos casos incomuns em crianças da mesma idade , como calendários ou animais pré-históricos, o que é confundido às vezes com nível de inteligência superior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mudanças de rotina, como de casa, dos móveis, ou até mesmo de percurso, costumam perturbar bastante algumas dessas crianças. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5682370109437717064-6130910432401972351?l=caminhodeesperana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/feeds/6130910432401972351/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/conceito_20.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/6130910432401972351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/6130910432401972351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/conceito_20.html' title='Conceito'/><author><name>Autista um caminho de esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07050678656946241844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5682370109437717064.post-826668172498849515</id><published>2009-03-20T07:32:00.000-07:00</published><updated>2009-03-27T04:52:21.664-07:00</updated><title type='text'>Espectro do Autismo</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;O&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;Autismo não é uma condição de "tudo ou nada"; ao contrário, é visto como um continuum que vai do grau leve ao severo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma grande associação entre autismo e retardo mental, desde o leve até o severo, sendo que se considera que a gravidade do retardo mental não está necessariamente associada à gravidade do autismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra autismo atualmente pode ser associada a diversas síndromes. Os sintomas variam amplamente, o que explica por que atualmente refere-se ao autismo como um &lt;a href="http://www.cepde.rj.gov.br/autismo_sd.htm"&gt;espectro&lt;/a&gt; de transtornos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro deste espectro encontramos sempre a tríade de comprometimentos que confere uma característica comum a todos eles. Alguns são diagnosticados simplesmente como autismo, traços autísticos, etc, ou &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SÃ&amp;shy;ndrome_de_Asperger"&gt;Síndrome de Asperger &lt;/a&gt;(considerado por muitos como o autismo com inteligência normal).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além destes, existem diversas síndromes identificáveis geneticamente ou que apresentam quadros diagnósticos característicos, que também estão englobadas no Espectro do Autismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.ama.org.br/html/info_conc.php&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5682370109437717064-826668172498849515?l=caminhodeesperana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/feeds/826668172498849515/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/espectro-do-autismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/826668172498849515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/826668172498849515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/espectro-do-autismo.html' title='Espectro do Autismo'/><author><name>Autista um caminho de esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07050678656946241844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5682370109437717064.post-4074477618888228891</id><published>2009-03-20T07:26:00.000-07:00</published><updated>2009-03-30T06:05:40.861-07:00</updated><title type='text'>Evolução da Terminologia, classificação e construção do conceito</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;E&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;m conceito o diagnóstico de autismo não mudou substancialmente desde a primeira formulação, ocorreram sim muitas mudanças na maneira de interpretá-lo, o que resultou num número muito maior de pessoas diagnosticadas com autismo (&lt;a href="http://www.bu.edu/psych/faculty/tagerflusberg/"&gt;Tager-Flusberg&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Joseph_Campbell"&gt;Joseph&lt;/a&gt; e Folstein, 2001) .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante as últimas décadas as mudanças nos conceitos de autismo têm sido “capturadas” nas diferentes edições do &lt;a href="http://www.psicologia.com.pt/instrumentos/dsm_cid/"&gt;DSM &lt;/a&gt;e do &lt;a href="http://www.esquilamedica.hpg.ig.com.br/CID.htm#"&gt;CID&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Cabe aqui lembrar que a Escola Psiquiátrica Francesa remete o autismo a um defeito na organização ou desorganização da personalidade, mantendo-se fiel à concepção do que foi o termo psicose (Houzel, apud Assumpção Jr., 1995). Da mesma forma que a nona revisão do CID (Misés, apud Assumpção Jr., 1995).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos sistemas de classificação oficiais o termo “autismo” como condição de acometimento na infância, só aparece após mais de 20 anos da primeira publicação de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Leo_Kanner"&gt;Kanner&lt;/a&gt;. Na primeira menção, no CID-8[3], é classificado com um subgrupo das esquizofrenias (Wing e Potter, 2002).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As primeiras alterações desta concepção surgem em 1976, a partir do famoso livro de Ritvo sobre autismo, onde ele associa o autismo a déficits cognitivos, considerando-o um distúrbio do desenvolvimento e não uma &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Psicose"&gt;psicose &lt;/a&gt;(Assumpção Jr, 1995; Assumpção Jr e Pimentel, 2000).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1979, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wing_Chun"&gt;Wing&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Stephen_Jay_Gould"&gt;Gould&lt;/a&gt; terminaram o famoso estudo &lt;a href="http://www.scribd.com/doc/3354393/Revista-Diversidades-Autismo"&gt;epidemiológico de Camberwell&lt;/a&gt;. O objetivo do estudo foi de Investigar toda a amplitude de fenômenos clínicos nas crianças para verificar se as síndromes nomeadas na literatura poderiam ser identificadas e separadas umas das outras e de outros transtornos da infância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para observar qualquer mudança que poderia ocorrer com a passagem do tempo as crianças foram então acompanhadas até a adolescência ou início da vida adulta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma limitação deste estudo foi que as crianças elegíveis foram procuradas somente dentre aquelas que freqüentando escolas especiais e classes especiais. Conseguiram detectar um grupo de crianças que apresentavam perturbações sociais e interação social comprometida e anormal para qualquer idade mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus níveis de inteligência abrangiam toda a amplitude, desde retardo profundo até normal, embora a maioria tinha retardo mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comprometimento social deste grupo estava diretamente associado aos comprometimentos da interação social, da comunicação social de duas vias (bidirecional) e imaginação social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A “Tríade de comprometimentos"&lt;br /&gt;Interação Social&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comunicação Imaginação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comportamento: rígido, repetitivo e estereotipado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de pesquisas realidades na década de 1970 e destes resultados, e do interesse no trabalho de Asperger, Wing e Gould (1979) formularam inicialmente a noção de um continuum de gradação nitidamente relacionada com o grau de comprometimento cognitivo - e posteriormente nomeado de espectro do autismo (Gillberg e Gillberg, 1989) - cujas características essenciais comuns seria a noção de “Tríade de Comprometimentos” da interação social, comunicação e imaginação (Wing, 2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presença da tríade produziria um padrão de atividades e interesses rígidos, repetitivos e estereotipados (Quadro 1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Existem outras características clínicas vistas em transtornos do continuum do autismo, não mencionadas nas várias séries de critérios essenciais para o diagnóstico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b As manifestações de cada item (numerados de 1 a 4 sob cada legenda) são pontos escolhidos arbitrariamente ao longo do continuum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, cada um se mistura ao outro sem quaisquer divisões claras o DSM-III (APA, 1980), marcou uma mudança importante no conceito de “autismo infantil”. Se nas edições anteriores do DSM (APA, 1952, 1968) o termo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Esquizofrenia"&gt;esquizofrenia&lt;/a&gt; infantil descrevia as crianças autísticas, a partir do DRM-III (APA, 1980), o autismo passou a fazer parte de uma nova classe de distúrbios com início na infância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi inserido na categoria geral das “Pervasive developmental disorders” - traduzida para o português como “distúrbios invasivos do desenvolvimento”, “distúrbios abrangentes do desenvolvimento” ou ainda “distúrbios globais do desenvolvimento”. O autismo saiu então das asas da esquizofrenia e das psicoses, para ser concebido como um transtorno do desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns autores observam que o conceito de “Pervasive developmental disorders” foi uma “tradução” um pouco diferente da tríade de Wing. O termo “persavive”, conservado pelas classificações oficiais, refere-se à idéia de que os comprometimentos da tríade “penetrariam ou atravessariam” todas as esferas da vida da criança, sendo provenientes de um distúrbio do desenvolvimento (Szatmari, 2000; Tisdmarsh e Volkmar, 2003).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.ama.org.br/html/info_visa.php&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5682370109437717064-4074477618888228891?l=caminhodeesperana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/feeds/4074477618888228891/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/evolucao-da-terminologia-classificacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/4074477618888228891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/4074477618888228891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/evolucao-da-terminologia-classificacao.html' title='Evolução da Terminologia, classificação e construção do conceito'/><author><name>Autista um caminho de esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07050678656946241844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5682370109437717064.post-7312469740939654698</id><published>2009-03-20T07:21:00.000-07:00</published><updated>2009-03-30T06:09:21.086-07:00</updated><title type='text'>Histórico do Autismo</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Apresentação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;pesar de ter sido descrita por &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hans_Asperger"&gt;Hans Asperger&lt;/a&gt; em 1944 no artigo “Psicopatologia Autistica na Infância”, apenas em 1994 a Síndrome de Asperger foi incluída no DSM-IV com critérios para diagnóstico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Algumas das características peculiares mais frequentemente apresentadas pelos portadores da Síndrome de Asperger são:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;- Atraso na fala, mas com desenvolvimento fluente da linguagem verbal antes do cinco anos e geralmente com: o Dificuldades na linguagem, o Linguagem pedante e rebuscada, o Ecolalia ou repetição de palavras ou frases ouvidas de outros, o Voz pouco emotiva e sem entonação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Interesses restritos: escolhem um assunto de interesse, que pode ser seu único interesse por muito tempo. Costumam apegar-se a mais às questões factuais do que ao significado. Casos comuns são interesse exacerbado por coleções (dinossauros, carros, etc.) e cálculos. A atenção ao assunto escolhido existe em detrimento a assuntos sociais ou cotidianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Presença de habilidades incomuns como calculos de calendário, memorização de grandes seqüências como mapas de cidades, cálculos matemáticos complexos, ouvido musical absoluto etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Interpretação literal, incapacidade para interpretar mentiras, metáforas, ironias, frases com duplo sentido, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dificuldades no uso do olhar, expressões faciais, gestos e movimentos corporais como comunicação não verbal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pensamento concreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dificuldade para entender e expressar emoções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Falta de auto-censura: costumam falar tudo o que pensam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Apego as rotinas e rituais, dificuldade de adaptação a mudanças e fixação em assuntos específicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Atraso no desenvolvimento motor e freqüentes dificuldades na coordenação motora tanto grossa como fina, inclusive na escrita..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hipersensibilidade sensorial: sensibilidade exacerbada a determinados ruídos, fascinação por objetos luminosos e com música, atração por determinadas texturas etc.;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Comportamentos estranhos de auto estimulação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dificuldades em generalizar o aprendizado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dificuldades na organização e planejamento da execução de tarefas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas coisas são aprendidas na idade “própria”, outras cedo demais, enquanto outras só serão entendidas muito mais tarde ou somente quando ensinadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns pesquisadores acreditam que Síndrome de Asperger seja a mesma coisa que autismo de alto funcionamento, isto é, com inteligência preservada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros acreditam que no autismo de alto funcionamento há atraso na aquisição da fala, e na Síndrome de Asperger, não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colocamos em anexo uma lista de critérios diagnósticos da Síndrome de Asperger elaborada pelo pesquisador sueco &lt;a href="http://www.ama.org.br/html/apre_arti.php?cod=6"&gt;Christopher Gillberg&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas pessoas acreditam que a importância da diferenciação entre &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SÃ&amp;shy;ndrome_de_Asperger"&gt;Síndrome de Asperger&lt;/a&gt; e Autismo de Alto Funcionamento seja mais de cunho jurídico do que propriamente para escolhas relacionadas ao tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por um lado, para algumas pessoas dizer, que alguém é portador de Síndrome de Asperger parece mais leve e menos grave do que ser portador de autismo, mesmo que de alto funcionamento – embora isto seja provavelmente uma ilusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, associações de autismo em todo o mundo alegam que esta divisão em duas patologias diferentes enfraquece um movimento que necessita de tanto apoio como o dos que trabalham pelo autismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_conc.php"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_conc.php&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5682370109437717064-7312469740939654698?l=caminhodeesperana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/feeds/7312469740939654698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/historico-do-autismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/7312469740939654698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/7312469740939654698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/historico-do-autismo.html' title='Histórico do Autismo'/><author><name>Autista um caminho de esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07050678656946241844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5682370109437717064.post-5174402129958071006</id><published>2009-03-20T07:18:00.000-07:00</published><updated>2009-03-24T14:23:14.089-07:00</updated><title type='text'>Tratamentos</title><content type='html'>Frente ao enorme mistério que ainda encobre as causas do autismo, estamos longe de chegar a um consenso sobre quais as abordagens de tratamento realmente efetivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Considerando-se a heterogeneidade dos dados clínicos é provável que o determinismo dos distúrbios autísticos seja, na maioria dos casos, multifatorial." (&lt;a href="http://www.fundamentalpsychopathology.org/art/v08_03/01.pdf"&gt;Bursztejn&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://redeciencia.educ.fc.ul.pt/moinho/projectos/centrotomkiewicz.htm"&gt;Tomkiewicz&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;A multiplicidade de sintomas e de fatores que interferem no desenvolvimento de uma pessoa autista é o motivo de haver tantas linhas diferentes de tratamento ao autismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na experiência da &lt;a href="http://www.ama.org.br/html/home.php"&gt;AMA&lt;/a&gt;, os conceitos que fazem mais sentidos, que possuem princípios alinhados com os da Associação, e que se mostraram mais efetivos com pessoas autistas são os do &lt;a title="Teacch" href="http://www.ama.org.br/preview/html/inst_prop_teac.php"&gt;TEACCH&lt;/a&gt; e do &lt;a title="ABA" href="http://www.ama.org.br/preview/html/inst_prop_abaa.php"&gt;ABA&lt;/a&gt;.O uso destas duas abordagens combinadas como pilares do tratamento não descarta outras abordagens terapêuticas. Muitos recursos diferentes podem ser usados em uma interação produtiva.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5682370109437717064-5174402129958071006?l=caminhodeesperana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/feeds/5174402129958071006/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/tratamentos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/5174402129958071006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/5174402129958071006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/tratamentos.html' title='Tratamentos'/><author><name>Autista um caminho de esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07050678656946241844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5682370109437717064.post-8824510043535327111</id><published>2009-03-20T07:13:00.000-07:00</published><updated>2009-03-27T08:12:33.321-07:00</updated><title type='text'>Diagnósticos</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;lgumas crianças apresentam diferentes graus de dificuldade, desde o início de suas vidas, para se relacionarem de forma recíproca com outras pessoas e interagirem diante de situações sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas crianças são portadoras de uma síndrome chamada autismo e suas características podem ser agrupadas na tríade principal: desvios qualitativos na comunicação, na interação social e no uso da imaginação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante destacar a existência de gradações na presença e intensidade dos sintomas, conferindo graus diferenciados de comprometimento no Autista, o chamado continuum autista. O autismo é uma inadequação no desenvolvimento que se manifesta de maneira grave, durante toda a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aparece tipicamente nos primeiros anos de vida. Acomete 2 a 5 crianças em cada dez mil nascidos e é 2-4 vezes mais comum em meninos do que entre meninas. É encontrado em todo mundo e em famílias de toda configuração racial, ética e social. Não se conseguiu provar qualquer causa psicológica na etiologia do autismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que não significa que o meio seja ambiente inócuo. O prognóstico e o desenvolvimento da capacidade plena dessas crianças são influenciados pela forma como vivem (os cuidados que recebem e a estrutura da rede de apoio). A causa principal está relacionada a alterações biológicas, sejam hereditárias, ocorridas na gestação e/ou parto. Possivelmente, dessas alterações decorrem os erros no funcionamento cerebral. Entretanto, uma definição exata ainda não é possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diagnóstico é clínico, ou seja, dado por um profissional treinado, capaz de, através da observação e entrevista com pais e pacientes, identificar sinais e sintomas peculiares.&lt;br /&gt;Antes dos três anos de vida já são observados padrões de comportamento distintos em relação aos outros indivíduos da mesma idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda bebês, podem possuir alterações de sono deixando muitos pais surpresos com a quietude da criança ou com seu choro incessante; não se aninham e, inclusive, apresentam certa aversão ao contato físico; não imitam o gesto dos pais (como, por exemplo, acenar ao se despedir) ou apresentam movimentos antecipatórios (estender os braços visando ir a um dos pais); não mantêm contato visual e tendem a uma forma atípica de olhar e não compartilham um foco de atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À medida que vão crescendo, chama a atenção o fato de parecerem não escutar os comandos dados, haver uma ausência de medos reais, uma aparente insensibilidade à dor, uma forma diferente de andar - “na ponta dos pés” - e a presença de gestos estranhos (estereotipias) nas quais buscam conforto (como, por exemplo, balançar o tronco). Episódios de autoagressão podem acontecer. Podem apresentar hipersensibilidade a determinados sons e repetir imediata ou tardiamente frases e sons ouvidos (ecolalia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podem apresentar, ainda, comportamento estranho e retraído; uma maneira inadequada de brincar; com ausência da reação de surpresa ou dificuldade para realizar o “faz de conta”; interesses específicos com persistência em girar objetos e habilidades especiais (hiperlexia ou ouvido absoluto, por exemplo); fascinação por água; crises de choro e angústia sem razões explicáveis; risos e gargalhadas fora do contexto e um retardo no desenvolvimento das habilidades motoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas ocorrências servem como advertência para a necessidade de uma visão diferenciada pelos pais, educadores e médicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses infantes indicam suas necessidades, quando o fazem, através de gestos e do uso das pessoas como instrumento para realizarem a ação desejada. Por fim, apresentam resistência a mudanças de rotina, não aprendendo através dos métodos usuais de ensino.&lt;br /&gt;Visando a uniformização do diagnóstico foram criadas diferentes escalas, além das definições mundialmente seguidas contidas na Classificação Internacional das Doenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10ª. Edição (CID 10) e no Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais. 4ª. Edição. (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DSM_IV"&gt;DSM-IV&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;Investigações laboratoriais devem ser realizadas visando o diagnóstico diferencial e o diagnóstico de possíveis comorbidades associadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os principais exames solicitados são:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1. &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Serologia"&gt;Sorologias&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2. &lt;a href="http://www.centrodeestudos.org.br/pdfs/ecg.pdf"&gt;ECG&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;3. &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oftalmologia"&gt;Avaliação oftalmológica&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;4.&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Neuropsicologia"&gt; Neuropsicológico&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;5. &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_do_X_fr%C3%A1gil"&gt;Pesquisa do X frágil&lt;/a&gt;/&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cari%C3%B3tipo"&gt; Cariótipo&lt;/a&gt; -&lt;br /&gt;6. &lt;a href="http://www.tecnologiaradiologica.com/materia_rnmconceito.htm"&gt;RNM&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;7. &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eletroencefalografia"&gt;EEG&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;8. Erros inatos do metabolismo /&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teste_do_pezinho"&gt;teste do pezinho&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;9. Avaliação &lt;a href="http://www.universoautista.com.br/autismo/modules/articles/article.php?id=66"&gt;Audiológica.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diagnóstico precoce e a pronta intervenção não trazem a cura, mas, sem dúvida, promovem uma melhor qualidade de vida para esses pacientes e toda sua família.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5682370109437717064-8824510043535327111?l=caminhodeesperana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/feeds/8824510043535327111/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/diagnosticos_20.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/8824510043535327111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/8824510043535327111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/diagnosticos_20.html' title='Diagnósticos'/><author><name>Autista um caminho de esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07050678656946241844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5682370109437717064.post-195511353787116600</id><published>2009-03-20T06:56:00.000-07:00</published><updated>2009-03-25T06:06:08.283-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;CRITÉRIOS PARA DIAGNÓSTICO DO AUTISMO (CID-10) (WHO 1992)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pelo menos oito dos 16 itens especificados devem ser satisfeitos.&lt;br /&gt;A. Lesão marcante na interação social recíproca, manifestada por pelo menos três dos próximos cinco itens:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;1. Dificuldade em usar adequadamente o contato ocular, expressão facial, gestos e postura corporal para lidar com a interação social.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;2. Dificuldade no desenvolvimento de relações de companheirismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Raramente procura conforto ou afeição em outras pessoas em tempos de tensão ou ansiedade, e/ou oferece conforto ou afeição a outras pessoas que apresentem ansiedade ou infelicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Ausência de compartilhamento de satisfação com relação a ter prazer com a felicidade de outras pessoas e/ou de procura espontânea em compartilhar suas próprias satisfações através de envolvimento com outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Falta de reciprocidade social e emocional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;B. Marcante lesão na comunicação:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;1. Ausência de uso social de quaisquer habilidades de linguagem existentes.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;2. Diminuição de ações imaginativas e de imitação social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Pouca sincronia e ausência de reciprocidade em diálogos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Pouca flexibilidade na expressão de linguagem e relativa falta de criatividade e imaginação em processos mentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Ausência de resposta emocional a ações verbais e não-verbais de outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Pouca utilização das variações na cadência ou ênfase para refletir a modulação comunicativa. 7. Ausência de gestos para enfatizar ou facilitar a compreensão na comunicação oral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;C. Padrões restritos, repetitivos e estereotipados de comportamento, interesses e atividades, manifestados por pelo menos dois dos próximos seis itens:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;1. Obsessão por padrões estereotipados e restritos de interesse.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;2. Apego específico a objetos incomuns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Fidelidade aparentemente compulsiva a rotinas ou rituais não funcionais específicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Hábitos motores estereotipados e repetitivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Obsessão por elementos não funcionais ou objetos parciais do material de recreação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Ansiedade com relação a mudanças em pequenos detalhes não funcionais do ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;D. Anormalidades de desenvolvimento devem ter sido notadas nos primeiros três anos para que o diagnóstico seja feito.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DSM_IV"&gt;DSM-IV&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Os mais atuais critérios de diagnóstico da DSM-IV até o momento, que ilustram as características do indivíduo autista, são:&lt;br /&gt;Importante:&lt;br /&gt;As informações a seguir servem apenas como referência. Um diagnóstico exato é o primeiro passo importante em qualquer situação; tal diagnóstico pode ser feito apenas por um profissional qualificado que esteja a par da história do indivíduo.&lt;br /&gt;CRITÉRIOS DE DIAGNÓSTICO DO AUTISMO&lt;br /&gt;A. Um total de seis (ou mais) itens de (1), (2), e (3), com pelo menos dois de (1), e um de cada de (2) e (3).&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. Marcante lesão na interação social, manifestada por pelo menos dois dos seguintes itens:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A. Destacada diminuição no uso de comportamentos não-verbais múltiplos, tais como contato&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;ocular, expressão facial, postura corporal e gestos para lidar com a interação social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B. Dificuldade em desenvolver relações de companheirismo apropriadas para o nível de comportamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C. Falta de procura espontânea em dividir satisfações, interesses ou realizações com outras pessoas, por exemplo: dificuldades em mostrar, trazer ou apontar objetos de interesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D. Ausência de reciprocidade social ou emocional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. Marcante lesão na comunicação, manifestada por pelo menos um dos seguintes itens:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A. Atraso ou ausência total de desenvolvimento da linguagem oral, sem ocorrência de tentativas de compensação através de modos alternativos de comunicação, tais como gestos ou mímicas.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;B. Em indivíduos com fala normal, destacada diminuição da habilidade de iniciar ou manter uma conversa com outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C. Ausência de ações variadas, espontâneas e imaginárias ou ações de imitação social apropriadas para o nível de desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. Padrões restritos, repetitivos e estereotipados de comportamento, interesses e atividades, manifestados por pelo menos um dos seguintes itens:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A. Obsessão por um ou mais padrões estereotipados e restritos de interesse que seja anormal tanto em intensidade quanto em foco.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;B. Fidelidade aparentemente inflexível a rotinas ou rituais não funcionais específicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C. Hábitos motores estereotipados e repetitivos, por exemplo: agitação ou torção das mãos ou dedos, ou movimentos corporais complexos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D. Obsessão por partes de objetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;B. Atraso ou funcionamento anormal em pelo menos uma das seguintes áreas, com início antes dos 3 anos de idade:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;1. Interação social.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;2. Linguagem usada na comunicação social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Ação simbólica ou imaginária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;C. O transtorno não é melhor classificado como transtorno de Rett ou doença degenerativa infantil. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/apre.php"&gt;http://www.ama.org.br/html/apre.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aprendizado:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Autismo é um transtorno de desenvolvimento. Não pode ser definida simplesmente como uma forma de retardo mental, embora muitos quadros de autismo apresentem QI abaixo da média.&lt;br /&gt;A palavra autismo atualmente pode ser associada a diversas síndromes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sintomas variam amplamente, o que explica por que atualmente refere-se ao autismo como um espectro de transtornos; o autismo manifesta-se de diferentes formas, variando do mais alto ao mais leve comprometimento, e dentro desse espectro o transtorno que pode ser diagnosticado como autismo, pode também receber diversos outros nomes, concomitantemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os atuais critérios de diagnóstico do autismo estão formalizados na norma DSM-IV, como lemos no livro de Uta Frith:&lt;br /&gt;Em cooperação internacional, os especialistas concordaram em usar certos critérios de comportamento no diagnóstico do autismo. Estes critérios foram explicitados em trabalhos de referência que foram publicados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O esquema mais recente é o descrito no Manual de Diagnóstico e Estatístico (DSM-IV) da Associação Americana de Psiquiatria. Um esquema de diagnóstico bem parecido é encontrado na Classificação Internacional de Doenças (CID-10) publicado pela Organização Mundial de Saúde.&lt;br /&gt;Página 11 de "Autism - Explaining the Enigma" (1989) de &lt;a href="http://www.profala.com/artautismo4.htm"&gt;Uta Frith&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5682370109437717064-195511353787116600?l=caminhodeesperana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/feeds/195511353787116600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/criterios-para-diagnostico-do-autismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/195511353787116600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/195511353787116600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/criterios-para-diagnostico-do-autismo.html' title=''/><author><name>Autista um caminho de esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07050678656946241844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5682370109437717064.post-6402639694170926963</id><published>2009-03-20T06:29:00.001-07:00</published><updated>2009-03-20T06:54:38.086-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Algumas questões sobre o autismo &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que é Autismo? (além da definição do Dr. Gauderer, veja os complementos neste site )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;R - Autismo é uma doença grave, crônica, incapacitante que compromete o desenvolvimento normal de uma criança e se manifesta tipicamente antes do terceiro ano de vida. Caracteriza-se por lesar e diminuir o ritmo do desenvolvimento psiconeurológico, social e lingüístico. Estas crianças também apresentam reações anormais a sensações diversas como ouvir, ver, tocar, sentir, equilibrar e degustar. A linguagem é atrasada ou não se manifesta. Relacionam-se com pessoas, objetos ou eventos de uma maneira não usual, tudo levando a crer que haja um comprometimento orgânico do Sistema Nervoso Central.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=1"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=1&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É uma doença de fundo orgânico ou emocional?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;R - Antigamente, supunha-se uma causa orgânica, mas com o avanço da literatura psicanalítica surgiu a hipótese de que os pais seriam, de certa maneira, os causadores desta problemática. Atualmente, esta teoria caiu totalmente em desuso devido à enorme gama de estudos científicos, documentando um comprometimento orgânico neurológico central. O tratamento está, obviamente, centrado nestas novas descobertas. Esta mudança nos conceitos obriga a uma reformulação teórica, difícil de ser aceita por certos grupos que até então detinham o controle e o poder de tratamento destas crianças e que se vêem ameaçados com estas novas descobertas. É importante que os pais tenham conhecimentos atualizados para poderem questionar ou escolher o tratamento adequado para seus filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=2"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=2&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E os pais têm culpa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R - Antigamente, a literatura psicanalítica formulava a hipótese de que os pais eram; esquizofrenogênicos ou do tipo frio e causadores da problemática de seus filhos. Hoje em dia, este conceito não é aceito, documentando-se nestas crianças, conforme já foi mencionado, um comprometimento orgânico-neurológico central. É claro que nenhum pai quer por vontade própria ter um filho doente ou lesado. É claro, também, que existem situações onde os pais interferem na evolução adequada dos filhos, mas isto não ocorre no Autismo e o diagnóstico diferencial é bastante fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=3"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=3&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que os pais podem fazer de objetivos para ajudar o seu filho ou a si próprios?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R - Inicialmente, apesar de todo o sofrimento emocional eles devem encarar e enfrentar o problema de frente. Como? Procurando ajuda profissional especializada, competente, atualizada e séria. Como eles podem avaliar isto? Perguntando, solicitando informações de outros e, obviamente, também do profissional. Em outras palavras, nada de cerimônias. Está em jogo o tratamento do seu filho. Além disto, devem estar em contato com outros pais para troca de experiências e vivências e com isto evitar a repetição de dificuldades, erros ou problemas. A criação de uma Associação de Pais e Amigos de Crianças Autistas tem surtido bons efeitos em outros países, e à semelhança da APAE (Associação de Pais e Amigos do Excepcional) pode permutar conhecimentos, pesquisas e avanços nesta área. É crucial uma informação adequada dos pais sobre esta doença. Estas associações dão também uma sensação de coesão e meta, com isto podendo-se pressionar órgãos governamentais visando aos interesses destas crianças. Pode-se, também, levantar fundos junto a empresas e pessoas físicas para ajudar os menos favorecidos. A vantagem global da participação dos pais nestas atividades é que isto lhes dá a sensação de estar fazendo algo e não apenas esperando alguém fazer algo por eles. Isto lhes mitiga a sensação de impotência e inadequacidade. Também é importante a publicação de literatura específica e periódica, assim como o convite de especialistas para a troca de vivências e atualização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=4"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=4&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por que o atraso do desenvolvimento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R - Não se sabe exatamente todas as causas que levam ao Autismo, conseqüentemente não se consegue explicar corretamente o porquê do atraso do desenvolvimento. Sabe-se, porém, que ele é devido a um comprometimento neurológico central, com alterações no funcionamento de enzimas que levam as células cerebrais a não funcionarem adequadamente, acarretando, quando comprometidas, problemas diversos. Muitas pesquisas têm sido feitas nesta área e descobertas importantes estão vindo à tona, para exatamente melhorar e acelerar este atraso de desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=5"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=5&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;crianças com Autismo têm atraso mental?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;R - Infelizmente, cerca de 70 a 80% apresentam uma defasagem intelectual importante. Cerca de 60% têm inteligência abaixo de 50 em testagens de QI, 20% apresentam um QI entre 50-70 e apenas 20% têm um QI acima de 70. A maioria mostra uma variação muito grande com relação ao que objetivamente podem fazer e oscilam muito de época para época. Não se sabe explicar exatamente o porquê da associação entre Autismo e deficiência mental, mas parece que o retardo mental está relacionado ao mesmo problema básico que gerou o Autismo. Por outro lado, por não conseguirem interagir adequadamente com o meio ambiente, aumentam ainda mais a sua defasagem intelectual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=6"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=6&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual a incidência desta doença?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R - Ela é baixa, acontecendo em cinco entre dez mil crianças e é quatro vezes mais comum em meninos do que em meninas. Ela pode ocorrer em toda e qualquer família, independente de seu grupo racial, étnico, sócio-econômico ou cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=7"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=7&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Irmãos podem apresentar esta doença?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R - Outrora, não se acreditava que isto poderia ocorrer. Estudos mais recentes indicam que esta doença tem certas características de herança autossômica recessiva. Existe a possibilidade de um irmão apresentar algo semelhante. Porém, do ponto de vista prático, esta possibilidade é muito remota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=8"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=8&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual a diferença entre Autismo e esquizofrenia?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R - Existem autores que consideram Autismo uma forma precoce de esquizofrenia (SCZ) infantil, outros são de opinião que constituem entidades diversas. Pessoalmente, acho que existem mais dados confirmando a hipótese de serem diferentes. O Autismo se manifesta antes dos três anos de vida, a esquizofrenia mais tarde. No Autismo o comprometimento é geral, inclusive motor, na esquizofrenia é especificamente na área do pensamento. O sentir também está alterado, mas, enquanto na SCZ só o relacionamento com pessoas não é adequado, no autista o problema é mais global e abrangente. A história familiar do autista não mostra, geralmente, outros parentes com problemas psiquiátricos, o que é muito comum na esquizofrenia. O autista tem um atraso mental, o esquizofrênico não. Em resumo, o autista é bem mais comprometido e difícil que o esquizofrênico. Esta diferenciação é importante quanto ao tratamento, pois a criança com Autismo e atraso no desenvolvimento evoluirá melhor com um tratamento combinando terapia comportamental e educação especial. Já a criança com esquizofrenia infantil, com alteração do pensamento e afeto, responderá melhor a uma associação de psicoterapia, medicação psicotrópica e terapia ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=9"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=9&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como é a abordagem escolar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R - Com o advento de técnicas especiais de educação para o deficiente mental, ocorreram mudanças dramáticas na capacidade de aprendizado de crianças em geral e, em particular, das crianças com deficiência mental. O enfoque atual é fazer com que estas crianças aprendam conceitos básicos para que funcione o melhor possível dentro da sociedade. As escolas especializadas, atualmente, individualizam o tratamento para cada criança, tornando assim o aprendizado bem mais específico e eficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=10"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=10&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os autistas precisam de psicoterapia ou psicanálise?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R - De psicanálise não, uma vez que esta técnica visa a explorar o inconsciente e as motivações que aí ocorrem. Devido ao grau de lesão que apresentam, elas não se beneficiam desta abordagem, não dispondo de capacidade cognitiva para tal. Técnicas psicoterapêuticas, especialmente desenvolvidas para o deficiente mental, têm sido muito úteis para as crianças que apresentam problemas emocionais diversos. Esta abordagem visa a uma reeducação, facilitando o contato interpessoal e ajudando-as a aceitar melhor a problemática que tem o que as levará a funcionar mais adequadamente dentro da mesma. É importante, porém, deixar bem claro que estas técnicas só funcionam quando o profissional tem treinamento específico nas mesmas e se sente motivado a ajudar. Além disto, o funcionamento intelectual cognitivo específico destas crianças tem que ser levado em consideração para se dimensionar adequadamente a terapia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=11"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=11&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Existe tratamento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R - Sim, e este vem evoluindo a cada ano que passa, não só na área escolar como também médica. Em linhas gerais, a abordagem destas crianças é semelhante à do deficiente mental grave, usando-se técnicas comportamentais visando a induzir uma normalização de seu desenvolvimento e lhes ensinando noções básicas de funcionamento, tais como vestir, comer, higiene etc. São utilizadas, também, técnicas especiais de educação detalhadas em grande profundidade neste livro. O uso de medicamentos, tentando normalizar processos básicos comprometidos, está sendo investigado, como é o caso da fenfluramine. O uso de medicação sintomática, para tentar controlar melhor o comportamento destas crianças, tornando-as mais fáceis de tratar com técnicas escolares e comportamentais, está muito desenvolvido. O resultado final é muito mais favorável, atualmente, do que há algum tempo atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=12"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=12&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E os pais precisam de psicoterapia, psicanálise ou orientação?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;R - Os pais que têm filhos com problemas sofrem. Isto é inevitável e sem exceção. E sofrem tanto mais quanto maior for a problemática do filho, a dificuldade de tratamento, a cronicidade do processo e também quanto maior for o seu nível de sensibilidade. Este sofrimento precisa ser abordado não só por razões humanitárias, mas, também, para que funcionem melhor como pais de filhos com problemas. Em outras palavras, esta criança precisa de ajuda de toda e qualquer ajuda e pais que tenham conseguido melhorar o seu funcionamento poderá fazê-lo muito mais eficientemente. Se isto não ocorrer, esta criança deficiente terá pais lhe dificultando ainda mais a vida. Em resumo, esta criança tem direito a pais saudáveis!!! Uma terapia ajuda neste sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=13"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=13&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que o psicoterapeuta faz ou pode fazer pelos pais?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R - O profissional ajuda os pais a compreenderem, discutirem, entenderem, além de trazer à tona sentimentos universalmente presentes em todos aqueles que têm filhos com problemas, ou seja, negação culpa frustração, impotência, ressentimento, raiva, rejeição, além de fantasias diversas. Ele ajuda a trabalhar estes sentimentos levando a uma aceitação dos mesmos como algo normal e com isto desenvolve-se uma sensação de alívio e de compreensão. Em resumo, de normalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=14"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=14&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Somente um psicoterapeuta pode fazer este trabalho?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R - É claro que não. Uma pessoa realmente amiga, pais que já passaram por algo parecido, uma professora com vivência do problema, uma pessoa religiosa, por exemplo, podem ajudar e muito. O importante é existir neste ombro amigo carinho, compreensão e a capacidade de aceitar o sofrimento destes pais, de lhes orientar objetivamente sem críticas pejorativas ou jogo de culpa. A diferença destas pessoas para com o profissional é que este foi treinado para isto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=15"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=15&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual a diferença entre uma psicoterapia, psicanálise e orientação?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;R - Em linhas gerais, todas são técnicas que visam a ajudar um indivíduo, cada uma tendo as suas vantagens e limitações. Existem formas diversas de psicoterapias com linhas ou escolas diferentes, sendo a psicanalítica a mais divulgada e predominante no nosso meio. Poderíamos situar a psicanálise e a orientação em extremos opostos. A psicanálise, resumidamente, exige que todo o trabalho seja feito pelo paciente, que ele desenvolva uma capacidade de introspecção e auto-análise e que ele conduza a sua terapia trazendo temas e problemas. Já a orientação é direta e objetiva, visando, especificamente, aos problemas dos pais, orientando-os, no manejo do dia-a-dia do filho, ensinando-lhes como lidar com situações variadas. Em resumo, de um lado a descoberta por si só, de outro o ensino, utilizando-se as mais diversas psicoterapias. O ideal seria que o terapeuta conhecesse e soubesse usar todas as técnicas ajudando, assim, mais abrangentemente o seu cliente. Em outras palavras, em vez de vender roupas prontas nas qual o freguês talvez não caiba, o bom seria o terapeuta ser um alfaiate que pudesse desenvolver uma terapia sob medida, pois cada caso é um caso" e apesar de semelhanças e generalidades o ser humano é único e exclusivo. O tratamento também deve ser assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=16"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=16&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Do ponto de vista medicamentoso o que existe de objetivo para tratar os autistas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R - Infelizmente, ainda não existe nenhum medicamento específico para tratá-los, mas pesquisas diversas têm trazido resultados encorajadores como é o caso da fenfluramine, droga que interfere diminuindo o nível de serotonina, um neurotransmissor cerebral. Se ela se mostrar realmente eficaz, será o primeiro tratamento neurofarmacológico específico nesta entidade. Existem outros medicamentos não específicos, como os antipsicóticos ou tranqüilizantes maiores, como a thioridazine (Melleril), clorpromazina (Amplictil), halloperidol (Haldol), que atuam controlando certos sintomas de auto-agressão, acessos de raiva descontrolado e tornando a criança mais calma e manejável. Isto aumenta, indiretamente, o seu potencial de aprender e se desenvolver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=17"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=17&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não existe a possibilidade de estas medicações sedarem ou doparem a criança?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R - Sim, se forem usadas excessivamente ou em doses altas demais, ou seja, inadequadamente. Conforme já foi dito, o uso de uma medicação do tipo tranquilizante maior visa a exclusivamente controlar certo comportamento como a agressividade, tornando a criança mais fácil de ser tratada por outras técnicas. A dosagem deve ser suficientemente alta para conter este comportamento e ao mesmo tempo baixa evitando a sedação, pois estando dopadas não se beneficiarão destas novas técnicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=18"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=18&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual a maneira adequada de utilizar certas medicações?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R - Os termos medicamentos antipsicóticos ou tranqüilizantes maiores são sinônimos. Os bons resultados dependem muito mais de quem os usa do que do tipo ou marca utilizada. O mais usado nos grandes centros é a thioridazine (Melleril) que no nosso meio vem apenas em comprimidos de 50 mg. Usa-se um a dois comprimidos por dia, inicialmente, observando-se a resposta terapêutica. Se não ocorrerem melhoras, aumenta-se a dosagem gradualmente de 50 mg de dois em dois ou três em três dias, podendo-se chegar a 400 mg por dia em uma criança de quatro a seis anos. Obviamente se tentará evitar, conforme já foram citados, efeitos colaterais desagradáveis, como sedação excessiva. É importante, também, ressaltar que a utilização de uma dosagem baixa sem os efeitos terapêuticos desejados é fútil, pois o paciente estará sujeito aos efeitos colaterais da medicação sem se beneficiar da mesma. De tempos em tempos, cerca de seis em seis meses, a redução da dosagem deve ser tentada, verificando-se a possibilidade de continuar o tratamento sem a utilização de medicamentos. Em outras palavras, quando utilizar uma medicação isto deve ser feito corretamente. Outra observação importante é o uso concomitante de outras abordagens ou técnicas que, se usadas adequadamente, tornarão a medicação mais eficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=19"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=19&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que os pais podem fazer de objetivos para ajudar o seu filho ou a si próprios?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R - Inicialmente, apesar de todo o sofrimento emocional eles devem encarar e enfrentar o problema de frente. Como? Procurando ajuda profissional especializada, competente, atualizada e séria. Como eles podem avaliar isto? Perguntando, solicitando informações de outros e, obviamente, também do profissional. Em outras palavras, nada de cerimônias. Está em jogo o tratamento do seu filho. Além disto, devem estar em contato com outros pais para troca de experiências e vivências e com isto evitar a repetição de dificuldades, erros ou problemas. A criação de uma Associação de Pais e Amigos de Crianças Autistas tem surtido bons efeitos em outros países, e à semelhança da APAE (Associação de Pais e Amigos do Excepcional) pode permutar conhecimentos, pesquisas e avanços nesta área. É crucial uma informação adequada dos pais sobre esta doença. Estas associações dão também uma sensação de coesão e meta, com isto podendo-se pressionar órgãos governamentais visando aos interesses destas crianças. Pode-se, também, levantar fundos junto a empresas e pessoas físicas para ajudar os menos favorecidos. A vantagem global da participação dos pais nestas atividades é que isto lhes dá a sensação de estar fazendo algo e não apenas esperando alguém fazer algo por eles. Isto lhes mitiga a sensação de impotência e inadequacidade. Também é importante a publicação de literatura específica e periódica, assim como o convite de especialistas para a troca de vivências e atualização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=20"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=20&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estas crianças são ou podem ser felizes?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R - Todo ser humano tratado com carinho, amor e respeito sentem-se querido e amado e, conseqüentemente, é feliz. Estas crianças não são exceções. As dificuldades que têm causam certos empecilhos para obter carinho, amor e respeito, mas se o adulto souber redimensionar a sua escala de valores estas crianças se tornam tão queridas quanto qualquer outra e serão felizes. Os pais, por sua vez, passarão a vivenciar esta mesma sensação. O inverso também é verdadeiro. Pais saudáveis e bem equacionados, que souberam reavaliar expectativas e sonhos em relação ao filho, poderão ser felizes e com isto lhes transmitir esta sensação. Em resumo, pais de autistas podem ser bem ajustados, satisfeitos consigo, estar de bem com a vida e ensinar isto ao seu filho que lhes retribuirá esta sensação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=21"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=21&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como evoluem estas crianças?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R - O Capítulo Revisão Crítica da Literatura discute este aspecto em detalhe e merece especial atenção, uma vez que este assunto é pouco discutido com os pais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=22"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=22&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual é o prognóstico destas crianças?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;R - Exatamente por esta questão ser básica para os pais e familiares de autistas transcreve os trabalhos mais atuais sobre este assunto, assim como o pensamento dos maiores pesquisadores nesta área, na parte inicial deste livro. Não faço um resumo, pois cada caso é um caso e é fundamental os pais terem um bom e sólido conhecimento teórico sobre esta síndrome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=23"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=23&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual o médico mais indicado para diagnosticar uma criança autista?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R-Como o autismo é diagnosticado através do comportamento, é importante que o médico tenha experiência anterior com crianças autistas. Um médico competente e honesto, sem conhecimento sobre autismo, pode ajudar a família apontando comportamentos estranhos e indicando um bom especialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=24"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=24&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Autismo tem cura?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;R - A grande maioria dos estudiosos sobre autismo ainda afirma que o autismo não tem cura. Existe um grande número de casos de autistas com um nível de recuperação muito satisfatório, muitos deles tendo concluído um curso superior ou se casado, mas mesmo nestes casos não se fala em cura, pois muito embora algumas pessoas tenham conseguido um desenvolvimento considerado excelente, as suas características de autismo permanecem por toda a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=25"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=25&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O autismo piora com o tempo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R-O autismo não tem caráter progressivo, mas o desenvolvimento do quadro associado a fatores de idade e crescimento varia bastante. Alguns autistas apresentam um aumento nos problemas de comportamento principalmente ao entrar na adolescência; problemas anteriores podem exacerbar-se agravados ainda pelo crescimento físico. Há relatos de aparecimento de crises epilépticas nesta fase. A maioria dos estudiosos acredita que o autista, ao atinge a idade adulta, tende a apresentar melhora no quadro geral de comportamento. Um aspecto bastante curioso é que as pessoas autistas tendem a parecer sempre mais jovem do que realmente são.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=26"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=26&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Meu filho não fala. Quanto mais eu falar com ele mais depressa ele vai aprender a falar?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;R-Na verdade, não. Uma criança autista em geral tem uma compreensão bastante restrita da linguagem. Se a criança tem nível funcional baixo, deve aprender a se comunicar de forma análoga á que um estrangeiro aprende uma nova língua: em pequenos passos, com referencias concretas e muitas repetições. Se a criança é ecolálica (repete palavras ou frases anteriormente ouvidas), quanto mais falarmos com eles, mais material de repetição estará fornecendo, e estaremos aumentando a defasagem entre linguagem e comunicação. Ecolalia não é comunicação. Não basta saber falar para se comunicar. Em crianças autistas com inteligência normal, o processo de aquisição da linguagem, de uma forma geral precisa de muito apoio, pois, diferentemente do que ocorre entre o uso das palavras e a compreensão de seu significado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=27"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=27&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Até que idade posso ainda ter esperança que meu filho venha a falar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R - Em autismo é quase impossível afirmar-se categoricamente alguma coisa, pois sempre correremos um grande risco de errar. Contudo, há casos de crianças autistas de alto nível de funcionamento que começam a falar as primeiras palavras perto dos quatro anos de idade e passam a dominar a comunicação verbal em tempo relativamente curto. Há relatos de casos de crianças que iniciaram o processo da fala aos sete anos de idade, mas isto não é o usual, e alguns pais se agarram a estes casos de aparecimento tardio da fala sempre na esperança de que os filhos venham a falar a qualquer momento. Isto não é bom, pois,quando os filhos não falam, os pais acabam se frustrando e desviando a atenção de intervenções importantes que poderiam ser efetuadas. O principal problema de crianças de nível de funcionamento mais baixo, em relação à comunicação, está na falta de intenção de se comunicar, e não tanto na ausência de linguagem verbal. É também bastante comum que criança autista, independentemente de seu nível de desenvolvimento, apresentando uma linguagem verbal bastante fluente, não tenha uma compreensão clara do mecanismo de causa e efeito envolvido na comunicação, e não saibam, por exemplo, que se faz uma pergunta com o intuito de receber uma resposta ou que quando temos problemas podemos pedir ajuda utilizando as palavras. Iniciar um processo de comunicação alternativa tem sido uma prática cada vez mais comum, pois, ao contrário de que muitas pessoas pensavam , a introdução de uma comunicação alternativa, por exemplo, o PECS, tem ajudado o desenvolvimento da linguagem verbal, nos casos em que isto é possível, contribuindo na organização do pensamento e na percepção de que o ato de comunicar-se pode ter consequências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=28"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=28&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como a educação pode ajudar uma criança autista?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R-A educação é uma das maiores ferramentas para ajudar uma criança autista em seu desenvolvimento, para não dizer até que é a maior delas. Atualmente existem algumas variações de abordagens mais utilizadas para o ensino especial de crianças autistas, mas a maioria delas concorda nos ponto fundamentais. Na maioria dos métodos de educação especializados para a criança autista, inicia-se por um processo de avaliação para poder selecionar os objetivos estabelecidos por área de aprendizado. A forma de levar a criança aos objetivos propostos varia conforme o método adotado, mas na grande maioria dos métodos a seleção de um sistema tem tanta importância quanto às estratégias educacionais adotadas. A educação vista desta forma tem como meta ensinar tanto matérias acadêmicas quanto coisas que outras crianças costumam aprender através da própria experiência, como comerem e vestir-se e forma independente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=29"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=29&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como reconhecer se uma terapia está realmente auxiliando meu filho?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R-Uma regra que simplifica bastante as coisas é: Sempre que for tentar alguma coisa nova, tente-a sabendo claramente o porquê Isto se você souber qual a proposta da terapia e quais os benefícios esperados, você souber qual a proposta da terapia e quais os benefícios esperados, você terá como avaliar a eficiência desta terapia. Por exemplo, tomemos a comunicação como base do raciocínio. Se alguém lhe disser que com determinado tratamento a comunicação de seu filho vai melhorar, é importante perguntar a esta pessoa o que ela entende por comunicação, de que maneira isto vai melhorar em seu filho e, por último, em que consiste o tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=30"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=30&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sempre que alguém tenta colocar limites no meu filho, ele grita e fica muito nervoso. O que fazer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;R-Se o seu filho é autista é importante que você análise bem esta importante questão. Em primeiro lugar, é necessário reconhecer a importância de colocar limites, e isso às vezes é muito difícil para qualquer pessoa. Mas atenção, não tente colocar todos os limites ao mesmo tempo, porque na maioria das vezes é impossível. Faça uma lista dos comportamentos que precisam de limites, estabeleça prioridades e aposte na coerência. A resistência à tentativa de colocação de limites é normal, mas o mais frequente é que esta resitência diminua e a criança passe a adotar rapidamente padrões mais adequados de comportamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=31"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=31&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como integrar uma criança autista comprometida?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R-De forma geral, a integração social de uma pessoa autista não é um empreendimento fácil, porque envolve a tarefa de colocar em um meio social não preparado uma pessoa (autista) de comportamentos estranhos e desconhecidos para todas as outras pessoas. Muitas pessoas acham que a sociedade deve aprender a conviver com a diferença mesmo que isto implique algumas vezes em passar por situações constrangedoras. Talvez uma forma de encarar este problema mais claramente seja vê-lo como um processo que envolve a educação tanto da pessoa autista como das demais pessoas envolvidas. Então veremos que o importante é começar selecionando prioridades e, dentro destas, começar pelas mais fáceis, e por períodos curtos de tempo, incrementando o processo na medida em que ele se desenvolve. É bom lembrar que nível de dificuldade e duração (tempo) são dois fatores de igual importância e devem ser aumentados separadamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=32"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=32&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Que tipo de conteúdos escolares uma criança autista em grau leve pode chegar a acompanhar ou aprender?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;R-Depende da criança também, é claro, do tipo de apoio que ela receber. Considerando uma criança autista, alfabetizada e acompanhando uma sala regular, é muito importante planejar apenas em curto prazo, enfrentando um pequeno desafio de cada vez. Assim é possível analisar o resultado de cada passo, dimensionar uma possível mudança de estratégia, recuar um pouco quando necessário e avançar, mas no que for possível. Planejar em longo prazo pode ser um erro muito comprometedor com este tipo de criança. Portanto, como em muitas outras coisas, devemos evitar a ansiedade e o exagero das expectativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=33"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=33&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como agir com meu filho/filha autista, na vida familiar quotidiana?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R-A vida familiar costuma passar por uma violenta crise nos primeiros momentos que se seguem ao diagnóstico, mas em pouco tempo ele tende a passar por algumas adaptações para acomodar-se à nova situação. Um dos primeiros pontos, e um ponto importante, é que os membros da família têm que conviver uns com os outros. Provavelmente a pessoa com diagnóstico de autismo vai ter uma dificuldade adicional para compreender as regras sociais mais simples. Ao mesmo tempo em que a pessoa autista não vai saber preservar seu próprio espaço, pode tender a invadir o dos outros. Portanto, é muito importante tentar desde muito cedo colocar claramente limites tanto para preservar o espaço da criança autista quanto dos demais membros da família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=34"&gt;http://www.ama.org.br/html/info_faqu.php?cod=34&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5682370109437717064-6402639694170926963?l=caminhodeesperana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/feeds/6402639694170926963/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/algumas-questoes-sobre-o-autismo-o-que.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/6402639694170926963'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/6402639694170926963'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/algumas-questoes-sobre-o-autismo-o-que.html' title=''/><author><name>Autista um caminho de esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07050678656946241844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5682370109437717064.post-1486729167359049198</id><published>2009-03-20T06:25:00.001-07:00</published><updated>2009-03-27T09:09:12.043-07:00</updated><title type='text'>Conhecendo a AMA</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5682370109437717064-1486729167359049198?l=caminhodeesperana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/feeds/1486729167359049198/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/conhecendo-ama.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/1486729167359049198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/1486729167359049198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/conhecendo-ama.html' title='Conhecendo a AMA'/><author><name>Autista um caminho de esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07050678656946241844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5682370109437717064.post-314346859307869732</id><published>2009-03-20T06:18:00.000-07:00</published><updated>2009-03-27T09:12:07.191-07:00</updated><title type='text'>Infra-estrutura</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;A &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;AMA atende em duas unidades, ambas na cidade de São Paulo:no Sítio Nova Esperança, que fica no bairro de Parelheiros, e no Centro de Reabilitação Infantil, que fica no bairro do Cambuci.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Sítío Nova Esperança&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317888275098977250" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_q9hSUhjnC5M/SczvNfh9Q-I/AAAAAAAAAB8/5Hb4qZoI8cs/s320/sitio.bmp" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;O Sítio Nova Esperança - que era o sonho dos pais da AMA desde a sua fundação - foi adquirido em 1989, com a renda do primeiro leilão beneficente, iniciado com uma obra de Marysia Portinari, e com um muito incentivo e participação da pintora.&lt;br /&gt;O sítio, com 100.000 metros quadrados, é composto pela Escola Marysia Portinari, as oficinas para jovens e adultos e três residências – José Victor Oliva, Antonio Fagundes e Alda e Felippe Crescenti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317889664885968082" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_q9hSUhjnC5M/SczweY4_zNI/AAAAAAAAACE/AI6H5fpEsvw/s320/sitio+2.bmp" border="0" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;CRI (Centro de Reabilitação Infantil)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317891870408516818" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_q9hSUhjnC5M/SczyexGjJNI/AAAAAAAAACM/ZhyV7mR2Mhc/s320/Predio_da_AMA.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Este centro foi inaugurado em 6 de abril de 2000, e é onde funciona a sede administrativa da AMA e o Centro de Reabilitação Infantil, que oferece atendimento educacional especializado para crianças de até 12 anos de idade em regime de meio-período (das 8h às 12h ou das 13h às 17h).&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As crianças da escola têm atendimento pedagógico e um programa de educação física, segundo o método TEACCH. Além disto, fazem atividades de musicoterapia e participam de um programa especial de comunicação através do PECS, este último graças ao convênio com a Suécia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Algumas das crianças atendidas neste centro frequentam uma escola regular concomitantemente. Estas crianças são portadoras da Síndrome de Asperger ou Autismo de Alto Nível, ou seja, não apresentam comprometimento cognitivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mais informações no site da ama&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/"&gt;http://www.ama.org.br/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.ama.org.br/html/inst_infr.php?cod=15"&gt;http://www.ama.org.br/html/inst_infr.php?cod=15&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5682370109437717064-314346859307869732?l=caminhodeesperana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/feeds/314346859307869732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/infra-estrutura.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/314346859307869732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5682370109437717064/posts/default/314346859307869732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://caminhodeesperana.blogspot.com/2009/03/infra-estrutura.html' title='Infra-estrutura'/><author><name>Autista um caminho de esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07050678656946241844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_q9hSUhjnC5M/SczvNfh9Q-I/AAAAAAAAAB8/5Hb4qZoI8cs/s72-c/sitio.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
